Ajudo pessoas a encontrarem o melhor de si e a usarem suas forças a seu favor.

Uma terapia fora do padrão.

Para mim, focar no problema não é o suficiente.

 

A psicologia é uma ferramenta muito forte para se ocupar apenas em deixar as pessoas “funcionais”.

 

O objetivo deve ser ajudá-las a encontrar algo em si além do ordinário, a fim de fundamentarem o seu bem-estar na própria autenticidade.

Processo Experiência Terapêutica

O objetivo

A Psicologia Positiva vem para quebrar o paradigma de uma saúde mental assistencialista e reativa. 

 

Em uma experiência terapêutica, o ponto central não é a dor, e sim o seu significado. Se a dor é inevitável, que ao menos ela possa produzir sentido e nos ajudar a desenvolver o nosso “eu” mais autêntico. Desenvolvimento pessoal e consolidação de bem-estar a partir das características pessoais positivas: esse é o objetivo.

Os encontros

A experiência terapêutica vai muito além dos encontros. Entretanto, esse é um momento central! Aqui, se dão muitas diferenças em relação à uma psicologia mais ortodoxa.


Quem nunca foi em um(a) psicólogo(a) e acabou tendo aquele momento estranho de silêncio constrangedor? Ou, ainda, se viu em um ambiente terapêutico super formal, onde não se sentiu confortável?


Aqui, nada disso tem lugar! Os encontros são o momento de realização da conexão entre duas pessoas. Eles podem acontecer online ou presencialmente e duram cerca de 50 minutos.

Costumo dizer que, em cada um dos processos que tenho o prazer de conduzir, aprendo na mesma medida em que ensino.

O espaço

Cada detalhe importa! Por isso seria muito difícil transmitir isso só por texto. Tomei a liberdade de te mostrar por vídeo!

 

Aqui é um lugar muito além de seguro, é a expressão física do que a experiência terapêutica representa!

Reproduzir vídeo

A Barreira Solução

Existem muitos motivos pelos quais a psicologia ainda não é acessível para a grande maioria das pessoas. Talvez um dos principais seja a desinformação e o medo de se comprometer com um processo sobre o qual não se conhece nada. Para romper essa barreira, decidi propor uma solução. Para todas as pessoas que me procuram, sempre realizo uma primeira conversa gratuita. Esse momento tem dois objetivos: apresentar minha abordagem e oferecer um lugar seguro para a partilha das suas questões.

Afinal, quem sou eu?

O motivo de não ter falado sobre mim até agora é simples: não sou eu o protagonista dessa história. Mas, como bom coadjuvante, é claro que tenho que me apresentar, certo? 

Meu interesse pela psicologia começou ainda no ensino médio, como uma curiosidade enorme em entender o comportamento das pessoas. Como uma pessoa de humanas, não poderia abrir mão da oportunidade de cursar junto da “Psi” o Bacharelado em Ciências Humanas. Ao estudar Filosofia e Ciências Sociais, tive a chance de ir mais a fundo no entendimento do ser humano e suas interações. Já na “Psi”,  me aprofundei em olhar para o sujeito de forma específica e buscar encontrar abordagens que me permitissem ajudar pessoas a florescerem. Foi nesse momento, ainda precoce, que encontrei a Psicologia Positiva (PP), que – apesar do nome – não tem nada a ver como positividade. Após formado, ainda estava insatisfeito. Havia aprendido muito pouco sobre a PP, abordagem pela qual me apaixonei. Decidi, então, ir para o melhor programa de pós-graduação do Brasil que trabalhasse com Psicologia Positiva. Prestei mestrado para UFRGS (um CAPES 7 de respeito!). E não é que passei?
Durante dois anos, morei em Porto Alegre. Foi uma experiência transformadora. Durante todo esse processo estudei muito, muito, muito mesmo. Concomitantemente, a atuação clínica, a docência, e as relações que construí ao longo desses anos, me construíram como pessoa e profissional. Sempre continuarei estudando e compreendendo que nunca vou saber tudo pois entendo que cada história é única e cada processo tem um poder enorme de nos ensinar.

O que estão falando de mim

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